
O nosso planeta, atestadinho de vida supostamente inteligente faz parte de um sistema de 9 planetas que rodopiam alegremente em torno do sol. Pelos vistos nenhum dos outros planetas tem qualquer espécie de vida, o que nos dá uma espécie de exclusividade que nos isenta de pagar condomínio na Via Láctea. Seria ingénuo da nossa parte, para além de probabilisticamente improvável, pensar que somos os únicos seres pensantes no universo. Não tenho grandes dúvidas que há por aí gajos mais pensantes do que, por exemplo, o nosso actual executivo. Bem, mas para isso nem precisamos de saír deste planeta... adiante.
Uma coisa que me faz alguma confusão nesta história das civilizações extraterrestres é que eles insistem em aparecer sempre no mesmo sítio: o interior dos Estados Unidos, em regiões habitadas por labregos de pescoço vermelho que não distinguem uma debulhadora mecânica de um boeing 747, quanto mais uma nave vinda do espaço sideral. Já alguém viu um OVNI em Paris ou em Milão? Claro que não, embora num lado e noutro encontremos restaurantes mais interessantes do que na hillbillylândia, o que me leva a crer que os aliens não estão puto interessados na gastronomia local.
Durante muito tempo questionei-me porque é que os extraterrestres não estabeleciam contacto connosco. Convenhamos que não é muito educado da parte deles entrarem por aqui adentro à surrelfa e limitarem-se a observar discretamente a malta sem tentar falar com connosco. Se fossem japoneses ainda se percebia, mas apesar de pequeninos os gajos não são amarelos - aparentemente são acinzentados (eu se andasse em naves espaciais que se deslocam em sacões violentos daqui para o infinito também ficaria cinzento, ou cinzento esverdeado). Mas mais tarde percebi que os tipos não estabelecem contacto porque são claramente mais inteligentes que nós: só alguém com dois dedos de testa (e os gajos têm, segundo testemunhos, pelo menos dois palmos) evitaria meter conversa com alguém com o gabarito intelectual de um labrego norte-americano.
A forma das naves, descritas por quem as viu de relance, também é esquisita: umas em forma pires de cibalinho e outras que fazem lembrar um charuto. Nunca ninguém viu nenhuma em forma de chávena, muito embora um agricultor da Pensilvânia insista que foi perseguido por uma que tinha a forma das mamas da Marisa Cruz, com megafones nos «mamilos» que repetiam «Bou-te biolar à vruta» em 5 línguas diferentes, mas sempre com sotaque tripeiro.
Uma coisa é certa: não estamos sózinhos. E alguns de nós estão mesmo muito bem acompanhados. O João Pinto, por exemplo. É caso para dizer «Acredita João Pinto!!».
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