
Depois do terramoto e do tsunami que mataram 30.000 pessoas e destruíram 17.000 dos 20.000 edifícios de Lisboa no ano de 1755, surgiu um indivíduo que aproveitou o caos instalado para alterar profundamente o estado da nação.
Chamava-se Sebastião José de Carvalho e Melo, mas ficaria a ser conhecido para a posteridade como «Marquês de Pombal». Responsável pela reconstrução de Lisboa, ele escreveu um manifesto intitulado «As Vantagens que o Rei de Portugal Pode Retirar do Terramoto de 1755». Neste manifesto afirmava que «existem ocasiões em que um rio só estabelece o seu curso natural através de uma situação de cheia. Do mesmo modo existem alturas em que para estabelecer um Estado Ideal, é necessário que parte do Estado seja eliminada. Depois deste fenómeno, uma nova luz emergirá.»
Uma afirmação um tanto radical mas que cada vez faz mais sentido. Quer parecer-me que são cada vez mais relevantes algumas medidas pombalinas. Gosto particularmente da «solução jesuíta» aplicada a toda a classe política nacional: todos enfiados num barquinho em direcção ao Atlântico, para de seguida ser afundado ao largo. Era remédio santo. E talvez ficássemos mais próximos do Estado Ideal.
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